SINUS_ARRHYTHMIA
Documentação técnica
Arritmia sinusal respiratória
Variação fisiológica da frequência cardíaca associada ao ciclo respiratório: acelera durante a inspiração (inibição vagal) e desacelera durante a expiração (aumento do tônus vagal). Totalmente benigna, frequente em indivíduos jovens e saudáveis. A morfologia da onda P e o intervalo PR permanecem idênticos em todos os ciclos.
Também conhecida como: Arritmia sinusal respiratória · arritmia sinusal respiratoria · arritmia respiratoria · sinus arrhythmia · respiratory sinus arrhythmia · RSA
Quais parâmetros o modelo utiliza?
Os valores a seguir são aplicados pelo motor de simulação a esta entidade. Eles governam a cinemática de ativação no modelo 3D e a síntese em tempo real do eletrocardiograma de 12 derivações.
Quais parâmetros o modelo utiliza?
| Parâmetro | Valor no modelo |
|---|---|
| Mecanismo | Automatismo |
| Origem do impulso | Nó sinoatrial (nó SA) |
| Frequência modelada | 55–95 bpm (padrão 72) |
| Regularidade | Regularmente irregular |
| Onda P | Sinusal (positiva em D1, D2 e aVF) |
| Intervalo PR | 120–200 ms (padrão 160) |
| Duração do QRS | 90 ms |
| Morfologia do QRS | Normal (estreito) |
| Condução AV | Condução AV 1:1 |
| Gravidade no catálogo | Benigna |
Quais derivações devem ser avaliadas?
O catálogo define como derivações diagnósticas principais II. Variação respiratória nos intervalos RR na tira de ritmo da derivação II.
No simulador, essas derivações são destacadas no traçado de 12 canais e os vetores correspondentes são desenhados no modelo 3D, exibindo simultaneamente a alteração elétrica e sua origem anatômica.
Perguntas clínicas frequentes
Como identificar a Arritmia sinusal respiratória no ECG de 12 derivações?
Variação fisiológica da frequência cardíaca associada ao ciclo respiratório: acelera durante a inspiração (inibição vagal) e desacelera durante a expiração (aumento do tônus vagal). Totalmente benigna, frequente em indivíduos jovens e saudáveis. A morfologia da onda P e o intervalo PR permanecem idênticos em todos os ciclos. As ondas diagnósticas características são geradas em tempo real no traçado simulado de 12 derivações.
Quais derivações são prioritárias para a confirmação diagnóstica?
A principal derivação diagnóstica é II. Variação respiratória nos intervalos RR na tira de ritmo da derivação II. No simulador, esses canais destacam a correlação com os vetores anatômicos.
Qual é o mecanismo eletrofisiológico ou anatômico subjacente?
Origina-se por alteração na condução em SA_NODE, mediada por automatismo.
Como explorar essa condição no simulador 3D?
O MioAtlas oferece reprodutibilidade direta por deep link com parâmetros pré-configurados, permitindo rotação cardíaca 3D completa e inspeção dos vetores de derivação.
Como abrir esta configuração?
O simulador codifica seu estado completo na query string, fornecendo uma URL estável e reproduzível:
https://mioatlas.com/simulador/pt/?mode=conduction&arr=SINUS_ARRHYTHMIA
Entidades relacionadas
Outras entidades da mesma categoria no catálogo:
Fontes e referências bibliográficas
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Anderson RH, Yanni J, Boyett MR, Chandler NJ, Dobrzynski H (2009). "The anatomy of the cardiac conduction system". Clin Anat.
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Kligfield P, Gettes LS, Bailey JJ, et al. (2007). "Recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part I: The electrocardiogram and its technology". Circulation.
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Rautaharju PM, Surawicz B, Gettes LS, et al. (2009). "AHA/ACCF/HRS recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part IV: The ST segment, T and U waves, and the QT interval". Circulation.