Parada cardíaca PEA Documentação técnica

Atividade elétrica sem pulso (AESP)

Presença de atividade elétrica organizada no ECG (sinusal, bradicardia, bloqueio de ramo ou outros ritmos) em paciente sem pulso arterial palpável e sem débito cardíaco eficaz. Causada por colapso mecânico ou metabólico profundo reversível (hipovolemia, hipóxia, pneumotórax hipertensivo, tamponamento, embolia pulmonar, acidose).

Ficha gerada a partir do catálogo do motor · Referência educacional sem revisão por especialista em Cardiologia.

Também conhecida como: Atividade elétrica sem pulso (AESP) · AESP · dissociação eletromecânica · DEM · atividade elétrica sem pulso · parada cardíaca AESP · ritmo não chocável · pulseless electrical activity

Quais parâmetros o modelo utiliza?

Os valores a seguir são aplicados pelo motor de simulação a esta entidade. Eles governam a cinemática de ativação no modelo 3D e a síntese em tempo real do eletrocardiograma de 12 derivações.

Quais parâmetros o modelo utiliza?

Parâmetro Valor no modelo
Mecanismo Mixto
Frequência modelada 20–60 bpm (padrão 38)
Regularidade Regular
Onda P Ausente
Duração do QRS 165 ms
Morfologia do QRS Largo, de origem ventricular
Condução AV Sem condução aos ventrículos
Gravidade no catálogo Ameaça à vida

Quais derivações devem ser avaliadas?

O catálogo define como derivações diagnósticas principais II. Ritmo organizado com atividade elétrica presente, mas ausência total de pulso palpável (dissociação entre ECG e hemodinâmica).

No simulador, essas derivações são destacadas no traçado de 12 canais e os vetores correspondentes são desenhados no modelo 3D, exibindo simultaneamente a alteração elétrica e sua origem anatômica.

Perguntas clínicas frequentes

Como identificar a Atividade elétrica sem pulso (AESP) no ECG de 12 derivações?

Presença de atividade elétrica organizada no ECG (sinusal, bradicardia, bloqueio de ramo ou outros ritmos) em paciente sem pulso arterial palpável e sem débito cardíaco eficaz. Causada por colapso mecânico ou metabólico profundo reversível (hipovolemia, hipóxia, pneumotórax hipertensivo, tamponamento, embolia pulmonar, acidose). As ondas diagnósticas características são geradas em tempo real no traçado simulado de 12 derivações.

Quais derivações são prioritárias para a confirmação diagnóstica?

A principal derivação diagnóstica é II. Complexos elétricos organizados no ECG sem pulso detectável ou débito cardíaco mecânico. No simulador, esses canais destacam a correlação com os vetores anatômicos.

Qual é o mecanismo eletrofisiológico ou anatômico subjacente?

Origina-se por alteração no sistema de condução cardíaco, mediada por misto.

Como explorar essa condição no simulador 3D?

O MioAtlas oferece reprodutibilidade direta por deep link com parâmetros pré-configurados, permitindo rotação cardíaca 3D completa e inspeção dos vetores de derivação.

Como abrir esta configuração?

O simulador codifica seu estado completo na query string, fornecendo uma URL estável e reproduzível:

https://mioatlas.com/simulador/pt/?mode=conduction&arr=PEA

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Fontes e referências bibliográficas

  1. Anderson RH, Yanni J, Boyett MR, Chandler NJ, Dobrzynski H (2009). "The anatomy of the cardiac conduction system". Clin Anat.
  2. Kligfield P, Gettes LS, Bailey JJ, et al. (2007). "Recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part I: The electrocardiogram and its technology". Circulation.
  3. Frank E (1956). "An accurate, clinically practical system for spatial vectorcardiography". Circulation.