VT_MONOMORPHIC
Documentação técnica
Taquicardia ventricular monomórfica sustentada
≥ 3 complexos ventriculares consecutivos com frequência cardíaca > 100 bpm e morfologia uniforme do QRS. Habitualmente causada por reentrada ao redor de cicatriz miocárdica (pós-infarto). Os critérios diagnósticos clássicos incluem dissociação AV (ondas P independentes, batimentos de fusão e batimentos de captura) e desvio extremo do eixo.
Também conhecida como: Taquicardia ventricular monomórfica sustentada · taquicardia ventricular · TV monomórfica · TV sustentada · TVMS · taquicardia ventricular monomórfica sustentada · monomorphic ventricular tachycardia · monomorphic VT · VT · MVT
Quais parâmetros o modelo utiliza?
Os valores a seguir são aplicados pelo motor de simulação a esta entidade. Eles governam a cinemática de ativação no modelo 3D e a síntese em tempo real do eletrocardiograma de 12 derivações.
Quais parâmetros o modelo utiliza?
| Parâmetro | Valor no modelo |
|---|---|
| Mecanismo | Reentrada |
| Frequência modelada | 120–200 bpm (padrão 160) |
| Regularidade | Regular |
| Onda P | Dissociada do QRS |
| Duração do QRS | 160 ms |
| Morfologia do QRS | Largo, de origem ventricular |
| Condução AV | Dissociação atrioventricular |
| Gravidade no catálogo | Ameaça à vida |
Quais derivações devem ser avaliadas?
O catálogo define como derivações diagnósticas principais V1, V6, aVR, II. Complexos QRS largos uniformes; buscar dissociação AV, batimentos de captura e batimentos de fusão.
No simulador, essas derivações são destacadas no traçado de 12 canais e os vetores correspondentes são desenhados no modelo 3D, exibindo simultaneamente a alteração elétrica e sua origem anatômica.
Perguntas clínicas frequentes
Como identificar a Taquicardia ventricular monomórfica sustentada no ECG de 12 derivações?
≥ 3 complexos ventriculares consecutivos com frequência cardíaca > 100 bpm e morfologia uniforme do QRS. Habitualmente causada por reentrada ao redor de cicatriz miocárdica (pós-infarto). Os critérios diagnósticos clássicos incluem dissociação AV (ondas P independentes, batimentos de fusão e batimentos de captura) e desvio extremo do eixo. As ondas diagnósticas características são geradas em tempo real no traçado simulado de 12 derivações.
Quais derivações são prioritárias para a confirmação diagnóstica?
As principais derivações diagnósticas são II, V1, V6. Complexos QRS largos uniformes; buscar dissociação AV, batimentos de captura e batimentos de fusão. No simulador, esses canais destacam a correlação com os vetores anatômicos.
Qual é o mecanismo eletrofisiológico ou anatômico subjacente?
Origina-se por alteração na condução no sistema de condução cardíaco, mediada por reentrada.
Como explorar essa condição no simulador 3D?
O MioAtlas oferece reprodutibilidade direta por deep link com parâmetros pré-configurados, permitindo rotação cardíaca 3D completa e inspeção dos vetores de derivação.
Como abrir esta configuração?
O simulador codifica seu estado completo na query string, fornecendo uma URL estável e reproduzível:
https://mioatlas.com/simulador/pt/?mode=conduction&arr=VT_MONOMORPHIC&add=1
Entidades relacionadas
Outras entidades da mesma categoria no catálogo:
Comparações clínicas relacionadas
Fontes e referências bibliográficas
-
Anderson RH, Yanni J, Boyett MR, Chandler NJ, Dobrzynski H (2009). "The anatomy of the cardiac conduction system". Clin Anat.
-
Rautaharju PM, Surawicz B, Gettes LS, et al. (2009). "AHA/ACCF/HRS recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part IV: The ST segment, T and U waves, and the QT interval". Circulation.
-
Kligfield P, Gettes LS, Bailey JJ, et al. (2007). "Recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part I: The electrocardiogram and its technology". Circulation.