Arritmias ventriculares TORSADES Documentação técnica

Torsade de Pointes

Forma específica de taquicardia ventricular polimórfica que ocorre no contexto de intervalo QT basal prolongado (congênito ou induzido por fármacos). Os complexos QRS parecem torcer sua polaridade e amplitude ao redor da linha de base isoelétrica de modo ondulante. Frequentemente deflagrada por extrassístole ventricular com fenômeno R sobre T após uma pausa (sequência 'curto-longo-curto').

Ficha gerada a partir do catálogo do motor · Referência educacional sem revisão por especialista em Cardiologia.

Também conhecida como: Torsade de Pointes · torsade de pointes · torsades · torsades de pointes · torsade de pontas · TdP · taquicardia helicoidal · QT longo com torsade

Quais parâmetros o modelo utiliza?

Os valores a seguir são aplicados pelo motor de simulação a esta entidade. Eles governam a cinemática de ativação no modelo 3D e a síntese em tempo real do eletrocardiograma de 12 derivações.

Quais parâmetros o modelo utiliza?

Parâmetro Valor no modelo
Mecanismo Reentrada
Frequência modelada 200–280 bpm (padrão 240)
Regularidade Irregular
Onda P Dissociada do QRS
Duração do QRS 180 ms
Morfologia do QRS Torção da polaridade em torno da linha de base
Condução AV Dissociação atrioventricular
Gravidade no catálogo Ameaça à vida

Quais derivações devem ser avaliadas?

O catálogo define como derivações diagnósticas principais II, V1, V6. Picos do QRS torcendo-se ao redor da linha isoelétrica no contexto de QT prolongado.

No simulador, essas derivações são destacadas no traçado de 12 canais e os vetores correspondentes são desenhados no modelo 3D, exibindo simultaneamente a alteração elétrica e sua origem anatômica.

Perguntas clínicas frequentes

Como identificar o Torsade de Pointes no ECG de 12 derivações?

Forma específica de taquicardia ventricular polimórfica que ocorre no contexto de intervalo QT basal prolongado (congênito ou induzido por fármacos). Os complexos QRS parecem torcer sua polaridade e amplitude ao redor da linha de base isoelétrica de modo ondulante. Frequentemente deflagrada por extrassístole ventricular com fenômeno R sobre T após uma pausa (sequência 'curto-longo-curto'). As ondas diagnósticas características são geradas em tempo real no traçado simulado de 12 derivações.

Quais derivações são prioritárias para a confirmação diagnóstica?

As principais derivações diagnósticas são II, V1, V6. Picos do QRS torcendo-se ao redor da linha isoelétrica no contexto de QT prolongado. No simulador, esses canais destacam a correlação com os vetores anatômicos.

Qual é o mecanismo eletrofisiológico ou anatômico subjacente?

Origina-se por alteração na condução no sistema de condução cardíaco, mediada por reentrada.

Como explorar essa condição no simulador 3D?

O MioAtlas oferece reprodutibilidade direta por deep link com parâmetros pré-configurados, permitindo rotação cardíaca 3D completa e inspeção dos vetores de derivação.

Como abrir esta configuração?

O simulador codifica seu estado completo na query string, fornecendo uma URL estável e reproduzível:

https://mioatlas.com/simulador/pt/?mode=conduction&arr=TORSADES

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Fontes e referências bibliográficas

  1. Fridericia LS (1920). "Die Systolendauer im Elektrokardiogramm bei normalen Menschen und bei Herzkranken". Acta Med Scand.
  2. Anderson RH, Yanni J, Boyett MR, Chandler NJ, Dobrzynski H (2009). "The anatomy of the cardiac conduction system". Clin Anat.
  3. Rautaharju PM, Surawicz B, Gettes LS, et al. (2009). "AHA/ACCF/HRS recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part IV: The ST segment, T and U waves, and the QT interval". Circulation.
  4. Kligfield P, Gettes LS, Bailey JJ, et al. (2007). "Recommendations for the standardization and interpretation of the electrocardiogram: Part I: The electrocardiogram and its technology". Circulation.